quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Arte Contemporânea

Se o século XX é o momento em que as vanguardas radicalizam a preocupação com multiplicidade de linguagens e o rompimento das fronteiras, não é de hoje que os criadores promovem diálogos ora mais ora menos intensos entre as diferentes formas artísticas.

As próprias “fronteiras” que definem as linguagens são discutíveis desde o inicio, e esse é um debate presente em toda a historia da arte. Não foram poucos os que buscaram definições e parâmetros, e o consenso definitivamente não existe.


















Em um terreno cada vez mais distante do consenso e dos padrões, pode-se apontar um movimento quase simultâneo de afirmação e rompimento das fronteiras artísticas.
Em linhas gerais, as fronteiras devem se afirmar para ser rompidas e devem ser rompidas para se afirmar.














E nesse contexto, manifestações como o grafite e o estêncil ganham espaço no meio artístico, difundem-se nas capitais e chegam até nós. E o continuo avanço das tecnologias digitais cria um cenário marcado por novas e instigantes experiências audiovisuais.

É a arte caminhando junto com nosso tempo e nossos anseios.
É a arte mantendo-se contemporânea.

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